A Fórmula 1 faz uma série de mudanças nas regras para abordar novas questões de regulamentação do motor
As mudanças durante a corrida visam principalmente garantir que diferenças repentinas de velocidade entre carros em diferentes estados de implantação não se tornem perigosas.
Este foi um fator chave que contribuiu para o acidente em alta velocidade envolvendo o piloto da Haas, Oliver Bearman, no Grande Prêmio do Japão, quando o britânico evitou o Alpine de Franco Colapinto depois que o argentino saiu da linha para desencorajar uma tentativa de ultrapassagem.
A potência máxima do modo “boost” será limitada a 150 kW, ou ao nível de implantação existente do carro, se for superior.
Os carros poderão liberar 350 kW (470 cv) de energia elétrica em zonas de aceleração fora das curvas, mas serão limitados a 250 kW em outras partes da volta.
Isto significa que em áreas definidas como zonas de “modo em linha reta”, onde as asas dianteiras e traseiras estão abertas para aumentar a velocidade, a potência será de 350 kW, mas em outros lugares a implantação máxima não será permitida.
Isso significaria, por exemplo, que Bearman teria sido capaz de implantar apenas 250 kW em vez dos 350 kW que estava usando em seu incidente.
Um comunicado da FIA disse: “Essas medidas são projetadas para reduzir velocidades excessivas de fechamento, mantendo as oportunidades de ultrapassagem e as características gerais de desempenho”.