Fórmula 1

  • Crédito: Getty Images.

    Existem planos de aumentar esse número para até 25 corridas.

Chefão da F1 fala sobre limitar número de corridas

Chase Carey admite que medida é necessária porque fadiga é um fato na F1
Por: Murilo - 12/11/2019 07:35:15

Equipes e pilotos não se mostraram a favor da proposta de aumento do calendário. Foi o que admitiu o diretor-executivo da Fórmula 1, Chase Carey, reconhecendo que “a fadiga é um fator neste esporte”. No entanto, Chase avaliou que o Mundial ainda tem alguma “margem de manobra”. 

“Estamos muito cientes de que a fadiga é um fator neste esporte e que temos de limitar o número de corridas. Ainda achamos que temos um pouco de margem de manobra, mas quando perguntamos a um time ou a um piloto, eles preferem 21 corridas a 22 ou 23”, disse Carey ao jornal francês ‘L’Equipe’. 

O campeonato terá 22 etapas em 2020, algo que nunca aconteceu. E ainda existem planos de aumentar esse número para até 25 corridas. Chase explicou que, para compensar a introdução da 22ª prova no calendário, veio a diminuição no volume de testes. Ainda segundo ele, é o “crescente interesse” no Mundial que faz com o calendário seja aumentado. 

“Vamos tentar tornar o fim de semana um pouco menos cansativo dando aos times mais flexibilidade. Nós temos discussões em todos os continentes com exceção da Antártica. Claro, nossa capacidade é limitada e a demanda é maior do que a oferta. Nós queremos garantir que as novas corridas tragam algo especial para a F1”, seguiu. 

“Nós também queremos evitar o crescimento às custas das nossas fundações, que são as corridas históricas na Europa. É por isso que Mônaco e Silverstone foram renovadas recentemente por longo prazo”, concluiu.


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