Fórmula 1

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    Também foi mencionada por Chase uma possível segunda corrida nos EUA, que pode acontecer em Miami.

F1 quer ir a todos os continentes, diz Chase

No anúncio do novo regulamento, segundo GP nos EUA foi pauta, mas RJ não foi mencionado
Por: Murilo - 02/11/2019 06:05:40

A Fórmula 1 anunciou mudanças de seu regulamento para 2021. E a principal delas diz respeito ao calendário. O fim de semana de atividades foi encurtado de quatro para três dias e limite de corridas em uma temporada foi aumentado para 25. No entanto, o objetivo da categoria não é esse, como disse o diretor-executivo Chase Carey.

Segundo ele, mais importante é estabelecer e priorizar os compromissos de longo prazo. Como exemplo, citou as alterações que já valem em 2020, com a volta da Holanda e a estreia do Vietnã. Chase quer que só sejam adicionados eventos que vão contribuir para a F1. Sua meta é equilibrar os novos mercados e também os históricos. 

“O fato de ser o limite não quer dizer que planejamos alcançar este número. Já dissemos várias vezes que qualidade é superior a quantidade. Só vamos adicionar corridas se entendermos que acrescenta algo especial no esporte”, disse ele em coletiva de imprensa.

“Queremos respeitar novos mercados e os clássicos também. Vamos para o Vietnã, e acredito que será um lugar importante para marcar território. Voltaremos a Zandvoort, que é uma pista histórica, voltando para as raízes do nosso esporte”, continuou. 

A vontade da F1 é ter provas em todos os continentes. Também foi mencionada por Chase uma possível segunda corrida nos EUA, que pode acontecer em Miami. Porém, ele não falou nada sobre uma prova no Rio de Janeiro. Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro havia dito que o GP do Brasil de 2021 aconteceria em um circuito construído em Deodoro. 

“Queremos este balanço entre mercados históricos e novos. Temos interesse em todos os continentes, menos a Antártica e a Austrália, não vamos colocar uma segunda corrida lá. Temos uma visão grande ao redor do mundo, avaliamos todas as oportunidades. Preferimos valorizar novas parcerias longas. Silverstone, Monza e México são lugares que corremos há um tempo e renovamos”, explicou o diretor da F1. 

“Já falamos em correr nos Estados Unidos mais uma vez, é algo que falamos por um tempo e estamos engajados em oportunidades aqui. Pensamos que é um lugar importante para expandir. Temos mais fãs aqui do que o esperado. São oportunidades boas”, encerrou. 




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